16 julho, 2009
15 julho, 2009
09 julho, 2009
Dois pesos, duas medidas, para o mesmo assunto
"
O Estatuto de Carreira Docente que o Governo acaba de aprovar coloca o Ensino Superior Politécnico em risco, discrimina inaceitavelmente este subsistema face ao Ensino Universitário, e cria uma instabilidade laboral que prejudicará gravemente alunos e professores nos próximos anos.
A título de exemplo: no Politécnico 50% dos docentes terão de colocar o seu lugar a concurso internacional nos próximos anos enquanto que no Universitário, docentes nas mesmas condições (com doutoramento), entram directamente na carreira. Os docentes do Politécnico que percam o concurso, mesmo com 10, 20 ou mais anos de serviço, serão despedidos sem qualquer tipo de indemnização."
Ler mais... Pela Dignidade do Ensino Superior Politécnico
O Estatuto de Carreira Docente que o Governo acaba de aprovar coloca o Ensino Superior Politécnico em risco, discrimina inaceitavelmente este subsistema face ao Ensino Universitário, e cria uma instabilidade laboral que prejudicará gravemente alunos e professores nos próximos anos.
A título de exemplo: no Politécnico 50% dos docentes terão de colocar o seu lugar a concurso internacional nos próximos anos enquanto que no Universitário, docentes nas mesmas condições (com doutoramento), entram directamente na carreira. Os docentes do Politécnico que percam o concurso, mesmo com 10, 20 ou mais anos de serviço, serão despedidos sem qualquer tipo de indemnização."
Ler mais... Pela Dignidade do Ensino Superior Politécnico
02 julho, 2009
Voto em Branco

"Democracia é qualquer forma de organização na qual todos os cidadãos podem participar directamente no processo de tomada de decisões."
Com base nesta definição e supondo que vivemos numa democracia com direito ao voto por todos os cidadãos portugueses. Fica uma questão por explicar, onde fica os direitos dos 8% de votos em branco do total de votantes.
Se fizermos as contas como deveria ser, mais de 70% dos partidos teria menos representatividade politica do que se dizem ter.
Se temos o direito ao voto em branco, ele deveria ter algum significado politico.
Seria de esperar que tivesse algum significado
Esse votos não poderiam ser preenchidos pelos deputados nas Assembleias. Esse deveria ser o significado do voto em branco.
01 julho, 2009
Pina Bausch - 1Julho 09
"Sou uma pessoa que nunca desiste"
Pina Bausch
Em sua memoria fican aqui alguns vídeos dos seus trabalhos.
Pina Bausch
Em sua memoria fican aqui alguns vídeos dos seus trabalhos.
08 maio, 2009
Já O Tempo Se Habitua
Já o tempo
Se habitua
A estar alerta
Nao há luz
Que nao resista
A noite cega
Já a rosa
Perde o cheiro
E a cor vermelha
Cai a flor
Da laranjeira
A cova incerta
Agua mole
Agua bendita
Fresca serra
Lava a língua
Lava a lama
Lava a guerra
Já o tempo
Se acostuma
A cova funda
Já tem cama
E sepultura
Toda a terra
Nem o voo
Do milhano
Ao vento leste
Nem a rota
Da gaivota
Ao vento norte
Nem toda
A força do pano
Todo o ano
Quebra a proa
Do mais forte
Nem a morte
Já o mundo
Se nao lembra
De cantigas
Tanta areia
Suja tanta
Erva daninha
A nenhuma
Porta aberta
Chega a lua
Cai a flor
Da laranjeira
A cova incerta
Nem o voo
Do milhano
Ao vento leste
Nem a rota
da gaivota
ao vento norte
Nem toda
a força do pano
todo o ano
Quebra a proa
do mais forte
nem a morte
Entre as vilas
E as muralhas
Da moirama
Sobre a espiga
E sobre a palha
Que derrama
Sobre as ondas
Sobre a praia
Já o tempo
Perde a fala
E perde o riso
Perde o amor
Se habitua
A estar alerta
Nao há luz
Que nao resista
A noite cega
Já a rosa
Perde o cheiro
E a cor vermelha
Cai a flor
Da laranjeira
A cova incerta
Agua mole
Agua bendita
Fresca serra
Lava a língua
Lava a lama
Lava a guerra
Já o tempo
Se acostuma
A cova funda
Já tem cama
E sepultura
Toda a terra
Nem o voo
Do milhano
Ao vento leste
Nem a rota
Da gaivota
Ao vento norte
Nem toda
A força do pano
Todo o ano
Quebra a proa
Do mais forte
Nem a morte
Já o mundo
Se nao lembra
De cantigas
Tanta areia
Suja tanta
Erva daninha
A nenhuma
Porta aberta
Chega a lua
Cai a flor
Da laranjeira
A cova incerta
Nem o voo
Do milhano
Ao vento leste
Nem a rota
da gaivota
ao vento norte
Nem toda
a força do pano
todo o ano
Quebra a proa
do mais forte
nem a morte
Entre as vilas
E as muralhas
Da moirama
Sobre a espiga
E sobre a palha
Que derrama
Sobre as ondas
Sobre a praia
Já o tempo
Perde a fala
E perde o riso
Perde o amor
Zeca Afonso
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