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30 junho, 2016

Europa versus Futebol

Com muita tristeza li  comentários negativos e positivos sobre o ministro das finanças alemãs e o sr. Passos Coelho, ora apoiando a esquerda ora apoiando a direita. Como se esse fosse o problema em questão. Esquerda ou Direita.

Só que, quando o assunto é a economia Portuguesa,  não há esquerda nem direita, não há PS ou PSD, não há Bloco/PCP ou CDS, há sim PORTUGAL.

Todos somos simpatizantes por um  clube de Futebol em particular, mas na hora de Jogar  Portugal,  TODOS APOIAMOS A SELECÇÃO.

Assim deveria ser quando os nossos representantes estão na UE. Todos deveria apoiar PORTUGAL!!!





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A SERIO!!!!

Já não chegava o Ministro da finanças alemão dizer e desdizer, que agora vem este senhor com mensagens fantasmas para ver se pega.

Virou moda, criam-se boatos e passam a ser confirmações.Só pode!

Politica não é isto Sr. Passos, e muito menos quando  o bem estar de um povo  está em causa.

Primeiro a Nação depois os jogos políticos.


Só se a Nação deste senhor não for a Portuguesa?

29 junho, 2016

Schäuble disse (e ‘desdisse’)

O ministro das finanças Alemãs, não contente com todo efeito domino na Europa pela saída do Reino Unido, ainda faz afirmações graves contra Portugal. Economicamente, está claro, Provocar mais uma crise no nosso pequeno e humilde pais é uma boa estratégia para afastar os olhos dos restantes membros.

O absurdo dos absurdo é dizer que precisa e já está aprovado, mas logo a seguir é o dito pelo não dito.

Sr Wolfgang as desculpas não se pedem, evitam-se. Pois o mal fica feito.

Sendo este "Senhor" ministro das finanças de outro estado membro deveria ter muito mais cuidado com os boatos que lança, algum dia caem-lhe encima. Efeito boomerang.

"Wolfgang Schäuble, começou por afirmar esta quarta-feira que Portugal precisaria de pedir um novo programa de ajustamento e que Lisboa seria bem-sucedida nesse pedido. No entanto, o responsável acabou por alterar as suas declarações, dizendo que o país não precisa de um novo programa de resgate se cumprir as regras e os compromissos europeus."[ Expresso]