09 julho, 2015

"Anthem"



The birds they sang
at the break of day
Start again
I heard them say
Don't dwell on what
has passed away
or what is yet to be.
Ah the wars they will
be fought again
The holy dove
She will be caught again
bought and sold
and bought again
the dove is never free.

Ring the bells that still can ring
Forget your perfect offering
There is a crack in everything
That's how the light gets in.

We asked for signs
the signs were sent:
the birth betrayed
the marriage spent
Yeah the widowhood
of every government --
signs for all to see.

I can't run no more
with that lawless crowd
while the killers in high places
say their prayers out loud.
But they've summoned, they've summoned up
a thundercloud
and they're going to hear from me.

Ring the bells that still can ring ...

You can add up the parts
but you won't have the sum
You can strike up the march,
there is no drum
Every heart, every heart
to love will come
but like a refugee.

Ring the bells that still can ring
Forget your perfect offering
There is a crack, a crack in everything
That's how the light gets in.

Ring the bells that still can ring
Forget your perfect offering
There is a crack, a crack in everything
That's how the light gets in.
That's how the light gets in.
That's how the light gets in.

28 maio, 2015

23 maio, 2015

Nada te perturbe

Nada te perturbe, Nada te espante,
Tudo passa, Deus não muda,
A paciência tudo alcança;
Quem a Deus tem, Nada lhe falta:
Só Deus basta.

Eleva o pensamento, Ao céu sobe,
Por nada te angusties, Nada te perturbe.
A Jesus Cristo segue, Com grande entrega,
E, venha o que vier, Nada te espante.
Vês a glória do mundo? É glória vã;
Nada tem de estável, Tudo passa.

Deseje às coisas celestes, Que sempre duram;
Fiel e rico em promessas, Deus não muda.
Ama-o como merece, Bondade Imensa;
Quem a Deus tem, Mesmo que passe por momentos difíceis;
Sendo Deus o seu tesouro, Nada lhe falta.
SÓ DEUS BASTA!

Santa Tereza D'avila

18 maio, 2015

Aquele que Habita no esconderijo do Altíssimo

  Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Omnipotente descansará.

  Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.


  Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa.


  Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel.


  Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia,


  Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.


  Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.


  Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios.


  Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação.


  Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.


  Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos.


  Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra.


  Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente.


  Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.


  Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.


  Fartá-lo-ei com lonjura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.


Salmo 91

Contagem regressiva


23 março, 2015

22 março, 2015

Amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

21 março, 2015

Amor a segunda vista


Dia Mundial da Poesia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.


Fernando Pessoa

20 março, 2015

Eclipse Solar Total (Slooh Community Observatory)

Slooh Community Observatory

Eclipse Solar



Algumas imagens do eclipse Solar [Sic]

Other side of the moon

Eclipse solar total.

 O eclipse solar ocorre quando a Lua se encontra entre a Terra e o Sol.



Neste caso, a sombra da Lua ira passar sobre o Atlântico Norte e o Oceano Árctico, começando na Gronelândia, passando na Islândia e no Reino Unido, segue pela Noruega finalizando no Pólo Norte.

Pode-se acompanhar o eclipse pelo site  slooh.com  

ou Observatório Astronómico de Lisboa.
 
Em Portugal, o eclipse começa pelas 8:00 (hora de Lisboa) e termina pelas 10:00, com o seu pico a acontecer pelas 9:00, dependendo também do ponto do país onde se encontra. Neste caso não é total.

Amanhã também se dá o Equinócio da Primavera às 22h45min hora de Lisboa

E como há um alinhamento entre o Sol e a Lua teremos também mares-vivas.

Eclipse de 10 Dez 2011

19 março, 2015

14 março, 2015

Separação

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.


de: Vinícius de Morais

12 março, 2015

EU

IVA 2015


Há questões que não dá para entender.

Numa comunidade em que existe a  livre comercialização e circulação de produtos como é que existe tantas e  diferentes taxas aplicadas?

Se "...os países hoje não têm total liberdade para alterar a estrutura de taxas, apenas para alterar dentro de alguns limites, as taxas que já possuem"

Que mercado único é este?

Precisa-se de um amigo

Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. 
Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. 
Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. 
Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. 
Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. 
Deve guardar segredo sem se sacrificar.

Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. 
Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. 
Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. 
Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. 
Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. 
Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo.
Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. 
Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade.
Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. 
Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. 

Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.

Azul


No sè nada!


11 março, 2015

Inocência

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar.

07 março, 2015

06 março, 2015

Tabacaria


Tabacaria de Álvaro de Campos, representada por Mário Viegas

Filme do Desassossego





O filme baseia-se no Livro do Desassossego do autor português Fernando Pessoa

05 março, 2015

'Os Búzios'



Ana Moura

Violeta

Via: design_dautore

Mini-Moon


Portugal/Grécia





FRANCO ATIRADOR 1 - Questão Grega

04 março, 2015

Escrever....

O que é mais difícil não é escrever muito; é dizer tudo, escrevendo pouco.



Júlio Dantas

03 março, 2015

O cavaleiro da távola...

Quando leio noticias destas
Socialista e ex-líder de obediência maçónica promoveu petição que pede a libertação de José Sócrates....

Fico sempre na duvida se estou em pleno seculo XXI ou na idade das trevas?

É difícil de entender que ilustres figuras da nossa sociedade se prestem a princípios obscuros e de natureza "primata", colocando-se  acima das Leis e da Constituição de um País.




O inquérito ainda está no inicio e cabe a justiça provar se há crime ou não?


Ter de ler que a "maçonaria", cujos membros são portugueses, espanhóis e franceses querem, porque querem a libertação de alguém! É de mais.

Deveriam sim, pedir que a verdade se apurasse o mais breve possível e se o ESTADO foi lesado, que se devolvesse tudo.


02 março, 2015

Moon-Venus-Mars Skyline

by:Nasa

Saudade

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu,
enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o acto sem continuação, o acto em si,
o acto que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.


CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

01 março, 2015

Não me Peçam Razões...

Não me peçam razões, que não as tenho,
Ou darei quantas queiram: bem sabemos
Que razões são palavras, todas nascem
Da mansa hipocrisia que aprendemos.

Não me peçam razões por que se entenda
A força de maré que me enche o peito,
Este estar mal no mundo e nesta lei:
Não fiz a lei e o mundo não aceito.

Não me peçam razões, ou que as desculpe,
Deste modo de amar e destruir:
Quando a noite é de mais é que amanhece
A cor de primavera que há-de vir.


José Saramago, in "Os Poemas Possíveis"

27 fevereiro, 2015

Gregos


Bem ou mal, tudo é discutível, eles lá vão tentando lutar contra uma austeridade imposta por alguns "iluminados", que na prática nada sabem.
Uma comunidade europeia formada por ideais de democracia, livre comércio e igualdade de oportunidades que na realidade nada disto acontece
Que justificação existe para que os países com maior dificuldade para se financiarem tenha taxa de juro mais elevadas e os outros que não tem dificuldade (aparentemente) tenham-nas muito inferior. Que igualdade é esta?
Que moral têm eles para impor regras?
Isto é ridículo.